17 de abril de 2017

Saia do Facebook! Vire Homem! Paul Washer

Paul Washer dá aula a seus alunos acerca do que é missões e como temos perdido tempo com coisas vãs.


Deixe-me lhe contar a história de 2 garotos, quando se venderam para tornar escravos, para que eles pudessem ir para uma ilha aonde só haviam escravos e testemunhas a eles.

Não havia como voltar atrás, não havia um "eu volto se não gostar", eles se venderam a um dono de escravos, para que eles pudessem ser testemunhas para os escravos que o dono tinha, pro resto da vida.

E quando eles estão saindo da doca naquele barco, seus pais, sua família da igreja, e todos alí olhando para eles, um deles gritou e disse: Não deve o cordeiro ter a total recompensa de seu sofrimento?

Isso é missões!

Contaram suas vidas com sem valor, para que o cordeiro pudesse ter a total recompensa de seus sofrimentos.

Senhores, não percam suas vidas jogando joguinhos estúpidos, Simplesmente não faça isso. Agora, esses eram 2 jovens garotos, praticamente saindo da adolescência, unam-se a eles, unam-se a eles.

E eu vou lhe dizer isso agora, alguns de vocês precisam sair do Facebook, você precisa ficar OFFLINE, parar de ficar brincando com os outros, falando e escrevendo coisinhas, como se você fosse uma garotinha e buscando novidade na vida dos outros, para de rir de imagens e frases que são contra a palavra de Deus.

Você precisa virar homem e fazer coisas que homens de Deus fazem. É muito importante.

Pegue sua vida e compare a dois garotos que se venderam em escravidão, e depois gritaram a sua família que estavam em prantos: Não deve o cordeiro ter a total recompensa do seu sofrimento?

Parem com esse absurdo. Sejam homens, haja como Homem. Saia e morra por algo que vale a sua vida, viva por algo que tem valor da sua vida. É muito importante. Entregue sua vida por algo. Por favor! não a gaste.

Tem crianças de Deus, que ainda não ouviram o Evangelho da Salvação, com suas igrejas para serem construídas, pare com essas outras coisas. Se seus amigos são bestas e bobos, deixem-os. Siga a Cristo! Vire um homem, ande com homens.

Se você conhece todas as modas e fashion e todas coisas legais que está correndo na internet e o que está acontecendo no mundo fashion, isso e aquilo, Pare! Quem se importa? Tem uma obra a ser feita. Seja homem!

7 de abril de 2017

29 de março de 2017

Reflexão

A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço!

13 de março de 2017

Reflexão

"Não se pode perder um minuto sequer em tirar o mundo da igreja e a igreja do mundo, porque se não tirar o mundo da igreja, o diabo ali fará seu trono, pois o trono do diabo é o mundo e a  sua coroa a sensualidade e o seu bastão a ganância."


9 de março de 2017

Artista gospel não!


A palavra “artista” desenvolveu o seu significado de uma palavra grega que nós traduzimos como “hipócrita”. Ou seja, o termo “artista” veio da palavra “hipócrita”. Porque o artista finge ser o que não é, foi natural o hipócrita ser confundido como tal.


Qualquer um que finge ser o que não é, é um artista, um hipócrita. E não existe um tipo de gente com o qual Jesus foi mais duro do que com estes. Nenhum hipócrita herdará o reino de Deus.

4 de março de 2017

CONTAMINAÇÃO


Em Gênesis 31:13, Deus ordenou a Jacó que saísse da cidade de Síquem – “Eu sou o Deus de Betel, onde tens ungido uma coluna, onde me tens feito o voto; levanta-se agora, sai-te desta terra, (a terra de Síquem) e torna-te à terra da tua parentela”. Síquem era uma cidade pagã e Deus na sua sabedoria sabia do perigo que a família de Jacó passava no convívio com pessoas imorais que não temiam ao Senhor. Jacó, porém, optou por conviver em estreita ligação com o povo pagão de Síquem. Ele deixou de estabelecer limites e normas corretas para seus filhos, no tocante à sua interação com os ímpios. Jacó deixou de observar devidamente a seus filhos. Diná, filha de Jacó, procurou conviver com as mulheres ímpias e vaidosas – as filhas da terra de Síquem e, ao invés de influenciá-las a deixarem as vaidades e a idolatria, foi influenciada. A Bíblia diz em Gênesis 34:5 que Diná foi contaminada – “Quando Jacó ouviu que fora contaminada, Diná, sua filha, estavam os seus filhos no campo com o gado; e calou-se Jacó até que viessem”. Com que Diná foi contaminada? Com vírus? Com bactérias? Com fungos? Evidentemente que não. Diná foi contaminada pela prostituição e pelo uso de jóias. Em Gênesis 34:2 e 3 lemos: “E Síquem, filho de Hamor, Heveu, príncipe daquela terra, viu-a (viu a Diná), e tomou-a, e deitou-a com ela...”.Em Gênesis 35:1 Deus ordenou que a família de Jacó seguisse para Betel a fim de levá-la a uma mais estreita obediência à sua palavra. Jacó reconhece, na ordem divina para que retornasse a Betel, a necessidade de renovar as relações estabelecidas com Deus, mediante a abolição da vaidade e da idolatria, que lhe transtornara o ambiente doméstico – “Depois, disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel e habita ali; fazei ali um altar ao Deus que te apareceu quando fugiste diante da face de Esaú, teu irmão” (Gênesis 35:1). Jacó reconhecendo o agravamento da deterioração espiritual da sua família ordenou a todos os seus familiares: “... Tirai os deuses estranhos que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai as vossas vestes” (Gênesis 35:2). No versículo 4 de Gênesis 35 lemos: “Então deram a Jacó todos os deuses estranhos que tinham em suas mãos e as argolas que lhes pendiam das orelhas; e Jacó os escondeu debaixo do carvalho que está junto a Síquem.”Observe as duas contaminações: “... deuses estranhos que tinham em suas mãos” (Idolatria), “... argolas (pendentes) que lhes pendiam das orelhas” (uso de jóias). Antes da convivência com o povo de Síquem a família de Jacó não era idólatra e nem usava jóias. A idolatria e o uso de jóias eram típicos dos ímpios de Síquem. Jacó ao receber de seus familiares os deuses estranhos e as jóias, não os levou para Betel, mas os escondeu debaixo do carvalho que está em Síquem. Era como se Jacó dissesse: Os deuses estranhos e as jóias são típicos do povo de Síquem e não do povo que teme o Deus Vivo. Depois dessa renovação espiritual de Jacó, ele voltou a experimentar a proteção, presença, revelação e bênçãos de Deus. Deus renova a promessa do concerto abraâmico – “... Uma nação e multidão de nações sairão de ti, e reis procederão de ti; te darei a ti a terra que tenho dado a Abraão e a Isaque e à tua semente depois de ti darei a terra” (Gênesis 35:11 e 12).

Levantemo-nos pela verdade, não importando o preço!



27 de fevereiro de 2017

Reflexão


Para o cristão, este mundo é uma arena, e não uma cadeira de balanço.

25 de fevereiro de 2017

Ou não vos ensina a mesma natureza que é desonra para o varão ter cabelo crescido? Mas ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu 1 Cor 11:14.15 .


Havia na época de Paulo, um consenso universal acerca do que a natureza ensina quanto aos cabelos de homens e mulheres. Assim, competia e compete ao cristianismo respeitar a natureza, e não desconsiderá-la. Nos dias de Paulo, as prostitutas se davam a conhecer usando cabelos curtos. Elas faziam o que era contrário à natureza a fim de atrair os homens a afagos que também são contrários à natureza, e o apóstolo dos gentios não desejava que as mulheres crentes imitassem as prostitutas.
Por outro lado, os cabelos longos de uma mulher simbolizam a sua posição de subordinação ao homem, bem como a sua posição na hierarquia divina de poderes, sinal de poderio, por causa dos anjos.

Assim sendo, constitui-se um ato de rebeldia e insubmissão uma mulher desfazer-se de seu véu natural, isto é, cortar os seus cabelos. A mesma orientação é extensiva aos homens. Assim como a natureza ensina as mulheres a manterem os cabelos longos, aos homens a natureza ensina a usarem seus cabelos curtos como sinal de autoridade.
Algumas vezes o uso do cabelo comprido pelos homens estava associado a homossexualidade, e também era comum a cabeleira em filósofos e bárbaros.
Porém, os homens hebreus usualmente andavam bem penteados e cortavam o cabelo quase como cortam hoje os ocidentais.

Então, qual deve ser o comprimento? O termo grego – “phusis” é traduzido como "a própria natureza", ou seja, a natureza se encarrega disto de acordo com o biótipo de cada pessoa. Assim, este princípio é determinado pela própria natureza e não pela intervenção humana, isto é, cabelos longos para as mulheres como sinal de submissão e cabelos curtos para os homens como sinal de autoridade.

22 de fevereiro de 2017

PASTORES FORMIDÁVEIS

As pessoas hoje estão ouvindo um evangelho modificado, enfraquecido. Líderes estão fazendo a fusão de Cristo e o mundo, é o evangelho flex: Deus e o mundanismo, coligados. Portanto, o rebanho é conduzido a um estilo de vida medíocre. Para muitas “ovelhas” esses líderes são “pastores formidáveis”, pois promovem teatros, showbusiness, coreografias e divertimento como uma alternativa para o desafio direto da proclamação da Palavra de Deus. Na visão dos “pastores formidáveis”, o público do século 21 quer grupo de rock, conveniência e informalidade. Portanto, é preciso condescender com os desejos da carne dos profanos para dar-lhes exatamente aquilo que eles gostam: hip-hop “cristão” e letras rap unidos à doutrina da graça.

Os “pastores formidáveis” não hesitam em passar por cima da consciência cristã, aconselhando seus seguidores a tornarem-se amigos do mundo. A mocidade é incentivada a sentir, sobre o corpo, o mesmo impacto da música rítmica que experimentaria num show mundano de música pop, inclusive, com o mesmo jogo de iluminação e atmosfera libidinosa. Nesse contexto, Deus está cheio de sorrisos e sempre pronto para dar a vitória e abençoar, independente de como se vive. “Arrependimento” não se fala mais, é algo descartado. Esquecem esses “formidáveis pastores” que o Evangelho ensina consagração, reverência, obediência e separação do mundo.

Os métodos de evangelização usados pelos “pastores formidáveis” para atrair multidões tais como teatros e filmes são madeira, feno e palha. Teatros, dramas e filmes proporcionam um arrependimento “diet”, uma profissão de fé rasa e ilusória. Na realidade, o teatro, o drama e os filmes são formas sutis de manipulação emocional através das múltiplas personagens e não um apelo verdadeiro à mente (Rm 12:1). O teatro distorce a verdade do Evangelho obscurecendo a mensagem central, pois conduz desde o princípio as pessoas ao terreno da irrealidade. O teatro usado como evangelização é a metodologia diet do tipo “pega leve”, “evite a ofensa da cruz”, “agrade a todos”. Toda a evangelização do Novo Testamento foi através da pregação da Palavra. O mundo da época era repleto de arte dramática, folclore e simbolismo cultural, mas os mensageiros da cruz foram indiferentes a tudo isso. A igreja primitiva através da proclamação da Palavra por meio de palavras virou o mundo de cabeça para baixo. Em Romanos 10:14 não está escrito: “Como ouvirão se não há um ator? uma coreografia? um jogral? A comunicação do evangelho deve ser com palavras dirigidas à mente, nunca através de comédias, dramas ou cenas teatrais.

No drama, a solidariedade fica acima do entendimento espiritual. Somente a pregação direta sem truques teatrais persuade a mente livre do pecador. O drama, o filme, o teatro leva o espectador a um transe emocional por algo que se move a nível carnal resultando numa adesão, e não numa conversão.

Em época de eleição, os “pastores formidáveis” cedem o seu “formidável púlpito” aos candidatos em troca de benesses. Esses líderes estão fazendo a igreja perder a visão para a qual foi chamada. A igreja foi chamada para proclamar o arrependimento, a santidade e o escândalo da cruz, nunca para fazer propaganda de candidatos à política. Aliás, os crentes da igreja primitiva sem nenhum vínculo com a política da época, contagiaram os de fora somente exalando o perfume de Cristo, e anunciando todo o Conselho do Senhor. Precisamos imitá-los!

Muitos desses “pastores formidáveis” para engordar ainda mais sua conta bancária candidatam-se a cargos políticos alegando que a igreja precisa de representantes evangélicos no poder público. A igreja nunca precisou e nunca vai precisar de representantes no Congresso para realizar sua função. Querer atribuir a função da igreja a um parlamentar crente é desconhecer a missão da igreja de Cristo. A igreja tem que influenciar a sociedade, e isto não se fará através de leis, mas através da genuína pregação do Evangelho. Querer fazer leis com princípios cristãos objetivando melhorar as condições moral e ética do País é reconhecer a ineficácia do poder do Evangelho. Ademais, a função de transformar homens ímpios e perdidos em homens tementes a Deus não é de parlamentar ou governante algum, mas, sim, da igreja. Não precisamos de um vereador evangélico, nem de um deputado, nem de um senador, nem de um presidente. Estado é Estado, igreja é igreja. O problema do homem não é político, é pecado. Não será um político que trará a Bem-Aventurança, mas o colocar-se sob o Senhorio de Deus e anunciar Cristo crucificado e ressuscitado. A Bíblia não diz: “Feliz a nação cujo governante é crente”, mas diz: “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor”

Não devemos nos preocupar em sermos taxados de radical, legalista ou quadrado. A defesa da sã doutrina deve permanecer nos nossos corações. Os “pastores formidáveis” querem transformar o Evangelho que é o Pão da Vida numa espécie de farinha de rosca mofada que não serve para nada.

19 de fevereiro de 2017

Pedro, Ananias e Safira

Pedro, sob a inspiração do Espírito de Deus, percebeu a hipocrisia de Ananias e Safira. Imaginem o choque de Ananias! Ele compareceu perante os apóstolos, colocou sua oferta aos pés deles, declarando-lhes presunçosamente ser aquele todo o dinheiro obtido com a venda da propriedade. É provável que tenha permanecido ali por um momento, deleitando-se no que presumia ser a aprovação dos presentes. Deve ter imaginado que os apóstolos estavam vendo-o como um exemplo de espiritualidade, um homem generoso e piedoso.
De repente, Pedro lhe disse: “Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisse ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo?” (At 5.3) – uma afirmação um tanto confrontadora para um culto na igreja.
Em muitas igrejas, Ananias teria recebido a aprovação que buscava, a despeito de suas intenções. O líder de uma igreja pragmática poderia raciocinar: Afinal, esta é uma considerável quantia de dinheiro. Tudo bem, as intenções dele não são puras: mas, gente, ele não é um sujeito ruim, e nós podemos fazer uso desse dinheiro. Não podemos envergonhá-lo na frente de todos. Se o fizermos, jamais receberemos dele um centavo sequer.
Pedro não pensou assim. Confrontou o pecado diretamente: “Por que encheu Satanás teu coração?” Note que Pedro estava pondo a culpa em Ananias, não em Satanás. “Por quê?”, ele perguntou. E novamente: “Como, pois, assentaste no coração este desígnio?” (At 5.4).
Pedro deixou claro que o pecado foi a hipocrisia de Ananias, não o fato de ele ter retido parte do dinheiro: “Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder?” (At 5.4). Ananias poderia ter feito o que desejasse com o dinheiro. Poderia não ter vendido a propriedade. Não havia qualquer exigência para que ele fizesse o contrário. Não teria pecado se houvesse dito: “Vendi minha propriedade; eis parte do dinheiro.” Ele tinha pleno direito de dar quanto quisesse. Mas ele pecou ao declarar que estava dando tudo, quando, na verdade, guardara parte do dinheiro para si mesmo.

O Juízo de Deus

A resposta de Deus foi imediata, severa e final. Ele matou Ananias no mesmo instante. “Ouvindo estas palavras, Ananias caiu e expirou” (At 5.5). Foi um ato judicial do Deus santíssimo. Quem sabe o coração de Ananias parou de bater por causa do terror que se apoderou dele. Isto aconteceu diante de toda a congregação.
“Igreja amigável?” Nem um pouco. Aliás, o efeito foi que “sobreveio grande temor a todos os ouvintes” (v. 5). Deus tornara Ananias em um exemplo para aqueles que fossem tentados a brincar com Ele e a macular a pureza da igreja.
Deus sempre julga o pecado dessa forma? É claro que não, mas, como Nadabe e Abiú (Lv 10), Coré (Nm 16), Acã (Js 7),Herodes (At 12) e outros na Escrituras, Ananias foi imediatamente julgado por seu pecado e pagou com sua própria vida. Deus soberanamente decidiu matá-lo naquela mesma hora. Assim, Ananias tornou-se exemplo para todos. A verdade é que Deus poderia punir desta forma todo pecado. “O salário do pecado é a morte” (Rm 6.23). É por causa das infinitas misericórdias do Senhor que não somos consumidos (Lm 3.22). Algumas vezes, Deus julga o pecado com morte física. Paulo escreveu aos coríntios que estavam deturpando a ceia do Senhor: “Pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si. Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem” (1 Co 11.29,30). “Dormem”, nesse versículo, refere-se à morte física. Deus estava, na verdade, exercendo juízo sobre aqueles coríntios irreverentes, por meio de doenças físicas e, às vezes, por meio da morte.
No caso de Ananias, entretanto, não houve doença, não houve intervalo de tempo. Ele caiu morto imediatamente. O juízo de Deus foi rápido e aterrorizante.